
Fotografia Inserido Thursday 08 October 2009 23:58
Confissões intimas Inserido Thursday 08 October 2009 23:55
Tokio Hotel: "Nas nossas canções de amor, não há muito de biográfico" Inserido Thursday 08 October 2009 23:54

Os Tokio Hotel já não são o que eram. Depois de um ano quase
desaparecidos, a banda alemã liderada pelos gémeos Bill e Tom
Kaulitz, voltou com um disco debaixo do braço, Humanoid
(Universal), que sairá para venda no próximo dia 6 de Outubro em
todo o mundo.
E, neste tempo, mudaram o seu som para algo mais electrónico, como
também mudaram o seu visual. Uma grande crista coroa, agora, a
cabeça do cantor do grupo, que anda como pode nuns saltos
altíssimos. O seu irmão deixou de ter rastas para passar a ter
tranças pretas.
Juntamente com Georg e Gustav, baixista e baterista do grupo,
estiveram presentes esta segunda-feira, num hotel em Madrid, onde
os vários meios de comunicação os interrogaram sobre o seu novo
trabalho e a sua vida pessoal. Num ambiente descontraído, cheio de
boa disposição, os rapazes dos Tokio Hotel responderam às perguntas
de alguns usuários do 20minutos.es.
"O som é, agora, muito mais electrónico,
queriamos algo mais que uma base de baixo e bateria, embora as
guitarras continuem lá."
Como é o vosso novo disco, Humanoid?
Bill: Nós afastámo-nos um pouco da vida pública,
durante um ano, para podermos gravar, e daí surgiram 16 músicas. O
som é, agora, muito mais electrónico, queriamos algo mais que uma
base de baixo e bateria, embora as guitarras continuem lá. Tanto
nós como o nosso produtor, tinhamos muito clara a ideia que
queríamos testar algo novo, por exemplo, os sintetizadores.
É verdade que se inspiração na
ficção-científica?
Bill: Nunca lemos muito sobre isso, portanto, não
era algo que tivessemos em mente na hora de fazer o disco. Contudo,
demo-nos conta que, efectivamente, Humanoid tem muito de
ficção-centífica.
Já têm datas para a tournée? Vêm a Espanha?
Tom: Começaremos no início de 2010, o que poderá
ser até ao mês de Abril! (risos) Mas não, ainda não temos datas
para Espanha.
O novo look do Bill é, digamos, raro. Qual foi o motivo
para mudar de forma tão repentina? (Andrea, usuário do
20minutos.es)
Bill: Não há estratégia nenhuma, é mais uma
questão pessoal. Nós vestimo-nos como nos apetece a cada momento, e
oxalá agrade aos nossos fãs, mas não é fundamental. Trata-se de nos
sentirmos bem com nós próprios.
Tom: Isso diz o Gustav, que está sempre demasiado
cómodo (risos).
Vocês seguem muito a moda?
Bill: Desde que tinhamos sete ou oito anos,
começámos a desenvolver um estilo próprio. Tinha sempre mesada, o
que me levou a começar a fazer a minha própria roupa com tecidos
que comprava. Até a minha mãe ajudava. Hoje em dia, esse mundo
interessa-me ainda mais.
Tom: É que o Bill, quando era pequeno, brincava
com o lixo... e aí começou a vestir-se de maneira diferente
(risos).
O tema dos paparazzi tem algum lado bom? (GalaAlba,
usuários do 20minutos.es)
Bill: É complicado sair para a rua, mas já
assumimos que não podemos sair sozinhos e sim com seguranças, e que
[quando o fizermos] nos vão tirar fotos.
Tom: E não temos muito tempo para a nossa vida
privada, por isso, o pouco que temos, aproveitamos para dedicá-lo à
nossa família e aos nossos amigos.
Qual é a mentira mais inacreditável que já se disse sobre o
grupo, na Internet?
Bill: O pior que já li foi que me tinha suicidado
num hotel.
Tom: Ou que tinha alguma doença nos pêlos
púbicos...
Georg: (em espanhol) "¿Vello público?"
(risos).
Muitas das vossas fãs estão interessadas pela vossa vida
pessoal; as vossas canções de amos estão baseadas em experiências
próprias? O que é que já fizeram por amor?
Bill: Infelizmente, não há muito de biográfico nas
nossas canções, quando se trata de amor (risos). O amor não é algo
que não nos importe, mas para nós é difícil encontrá-lo. Nós
tendemos a basearmo-nos na amizade (...).
Georg: Falas por vocês os três, porque eu
encontrei o amor... Já fiz demasiadas coisas por amor.
Gustav: Pois, eu já cheguei a convidar alguém, por
amor, para jantar no McDonalds. Mas claro que fomos de carro...
(risos).
Se os Tokio Hotel fossem outros rapazes e vocês uns jovens
normais, seriam fãs da banda? (Lizzie, usuário do
20minutos.es)
Todos: Sim, é claro.
Bill: Não queremos parecer pretenciosos, mas
fazemos a música que gostamos e que gostaríamos de ouvir.
De que tema fariam uma cover? Com quem não subiriam ao
palco?
Tom: Não estamos numa de fazer covers, se bem que
uma vez tivemos um projecto...
Bill: Vou fazer a lista e dou-ta mais tarde
(risos).
"Só temos tentado estar no momento certo, no
sítio certo, e por consequente, actuar em todos os
sítios."
O que diriam às pessoas que, de início, não acreditaram que
vocês pudessem alcançar tanto reconhecimento
mundial?
Tom: Mandamos-lhes um olá, daqui (risos). A
verdade é que temos tido muita sorte, porque somos de uma pequena
cidade da Alemanha, onde não havia editoras discográficas nem nada.
Só temos tentado estar no momento certo, no sítio certo, e por
consequente, actuar em todos os sítios.
Bill: Quando estávamos no colégio, alguns
professores ou colegas, não acreditavam que queriamos mesmo ser
cantores e que iriamos conseguí-lo. Tudo o que temos passado é uma
confirmação de que isso se concretizou. E agora encontrar algum
deles, é muito agradável...
MTV.com - Exclusivo TH: Tom Kaulitz diz "Eu tenho mais sexo na minha voz" que o Bill! Inserido Thursday 08 October 2009 23:52
Os Tokio Hotel levam, mais uma vez, os seus fãs
ao estúdio, com outro clip exclusivo do behind-the-scenes,
apresentado pela MTV News. No vídeo, os pop-rockers estão a
trabalhar em Humanoid, para dia 6 de Outubro.
A partir do estúdio em Los Angeles, onde gravaram o álbum seguinte
a Scream, o cantor Bill Kaulitz discute ter que cantar em alemão e
inglês. "Eles têm que fazer esta coisa super complicada: mudar de
sessão... de alemão para inglÊs," explicou ele. "Sim, trocas
constantes. Eu penso que nenhum outro cantor tem que se lembrar de
tantas letras como eu. É apenas o terceiro álbum e eu já tenho
10,000 músicas."
Entretanto, Tom Kaulitz fala sobre as diferentes dinâmicas que ele
e o seu irmão, Bill, têm nas suas vozes, dizendo uma coisa que os
separa: "Eu tenho mais sexo na minha voz," explicou o Tom. "De
facto, a decisão [para o Bill ser o cantor principal] foi devido
aos seguranças. Os seguranças pediram-nos isso, porque se eu
cantasse, iria haver muita intensidade em cada espectáculo. Para
acalmar as coisas, escolhemos o Bill."
O Tom também falou de como o seu irmão tem que trabalhar para se
lembrar das músicas que estão a gravar, para a altura em que se
fizerem à estrada. "Ele precisa de se lembrar de tudo para a
tournée. De facto, eu fiz todas as gravações até agora," disse ele.
"Ele tem que aprender tudo para a nossa tournée, razão pela qual
alugámos este estúdio. Vamos ver, e espero que ele consiga
gerenciar os próximos álbuns sem mim."
Ele também falou sobre a vez em que os rapazes da banda
experimentaram diferentes papéis. "O Bill estava a tocar baixo,
porque é o mais fácil," relembrou o Tom. "Ele apenas tocou alguns
acordes. Sim, eu toquei bateria, o Gustav cantou e o Georg tocou
guitarra. Foi altamente. Acho que tocámos a "Monsoon",
certo?"
"O Gustav tornou-a numa versãi hardcore metal, para encobrir o
facto de que ele não sabe cantar," continuou o Tom. "Eu fui
perfeito. Como um relógio. Mas os outros
atrapalharam-se."





















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